quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

ao, muchacho.

Ser certinha e previsível nunca foi meu forte. Ao contrário do que se imagina, me nego a seguir conceitos grotescos já estipulados.
Nado contra a maré, penso o improvável, faço o impossível e me divertido com besteiras. E tenho uma mania intrigante de modificar - desde humor à ... o que eu quiser.
A simpatia é algo que irresistivelmente me excita. Não há nada melhor do que observar uma risada espontânea de um conhecido - ou desconhecido - do outro lado da mesa de um bar.
Sim, adoro escrever. Não escrevo para agradar. Ao contrário, tudo isso é necessário - mesmo sem sentido.
Adoro ironias, me inspiro em metáforas encantadoras, aspiro o não entendimento. Isso tudo me agrada.
Não se preocupe; não sou tão ruim quanto escrevo - sou pior.
Beijos, muchacho.

Diário.

~
Dia 3

Fale baixinho por gentileza?!
Já não estou bem o bastante para as crises habituais.
Sinto falta de um afago e de um certo trato. Não me contento com as minimas coisas.
Tenho me prostrado em pé. É dificil se desvincular de algo que há certo tempo fazia parte você.. Mas quer saber de uma coisa?!
É melhor coisa é sentir o gosto delicioso em meus lábios de uma liberdade doce, amarga e irritante. É intrigante sentir coisas em diferentes aspectos.. É uma delicia se sentir aberta para as diversas opções que são oferecidas.
Quero me sentir solta. Quero me sentir eu. Quero me sentir.
Quero estar perto de ti e senti seus braços ao redor do meu corpo; seus lábios ao encontro do seu.
Quero estar. Apenas, estar.
Quero ser quando precisar ser.. Quero deixar de ser quando for preciso.
Sinto uma vontade enorme de ser manuela. É uma delicia pronunciar meu nome com os olhares fatigantes para um paquera.
É.. é uma delicia.
Apenas isso.
É bom estar de volta.. é bom voltar.




- aah, que delicia

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Diário.

Dia 2

O dia passou.

As cervejas aumentaram gradativamente em relação aos dias anteriores.

As lembranças já estão indo embora aos poucos; já não consigo lembrar do seu rosto.

É estranho.. mas o que tenho para conquistar me anima para continuar em frente.

Não tenho medo. Não tem que haver medo. Não há do que ter medo.

O amor foi profundo mas não valorizado.

Abri a mão de mim e de você.

A cerveja cura a dor. Já não quase não sinto dor...

Hoje nada resta. Nada!

Apenas o respeito - da minha parte.

ps.: não há ps.

Diário.

Dia 1

Não tenho me sentido bem ultimamente..
É como se não estivese sentindo meus pés ao caminhar, e as minhas mãos ao tocar..
É tão estranho sentir falta de algo que há certo tempo já era certo estar isto junto de si.
-
É.. já faz algum tempo que não sinto meu coração pulsar como antes, ou ainda a minha respiração se prender quando me enrosco em um olhar levemente excitante.
Já faz tempo que não me sinto.
-
Hoje acordei de bom humor mesmo não havendo o tão desejado sol.
Passei a metade da noite anterior imaginando o que faria, mais uma vez, neste dia que é tão ocioso.
Me peguei nas lembranças que me remeteram há alguns anos atrás..


' O dia que esperava há algum tempo, chegou. Mas por minha surpresa, não havia bolo, balões, presentes.. nada daquilo que passei imaginando nos últimos meses que antecediam o aniversário. Começou o dia como outro qualquer, levantei-me cedo para chegar ainda dentro do horário ao serviço - que já algum tempo me torturava.
Talvez pela quantidade elevada de tarefas, ninguém lembrou da quarta-feira não tão agradável.
Ao chegar em casa.. em consequência da desavença do dia anterior, ninguém estava em casa.
Sentei no mesmo lugar em que acostumava me sentar nos dias que haviam muitas visitas ao redor da mesa - um tanto quanto grande - almocei como se fosse um dia qualquer.
Deitei e relaxei na fria cama do andar de cima.. estava chateada mas nada que um 'parabéns' não fosse resolvido.
O celular tocou. Já haviam lágrimas aos olhos, o primeiro parabéns foi ótimo.
Dormi.
Acordei.
Nada aconteceu.
Em meio de uma família grande é espantoso não receber se quer uma lembrança; chega a doer o peito.
Já se passara quase todo meu dia.
A ligação foi a melhor de todos os tempos.
A festa foi simples, bem particular mas especial.
Deitei.
Pensei.
Lembrei que não esqueceria da pessoa mais importante que em um dia qualquer me fez sentir importante.
Era meu aniversário... não era mais um dia qualquer.'

A lembrança me fez lembrar das coisas simples que fazem - sem querer - uma diferença enorme na vida de alguem.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

2010.

O sol já estava se pondo, as luzes iam acendendo aos poucos... Mais um dia passara como um sopro. A noite chegava de mansinho e junto dela a seriedade.
Os enfeites natalinos me lembravam da época mágica em que estava.
Era bom poder analisar a noite que algum tempo já não havia tanta elegância quanto os natais passados.. Já não era tão colorido, tão amoroso ou charmoso.
O natal passou de forma inocente e doce.
Dias contados para a virada do ano.
A ansiedade por dias melhores é evidente. É tão bom sentir a mudança aos poucos.
Sim, farei pedidos para o ano que vai entrar.
Falarei baixinho; não quero assustar a felicidade.
Quero fechar bem os olhos e pedir bem baixinho para que Deus proporcione caráter e princípios, dignos para a construção de uma personalidade.
Que não haja raiva, inveja, cíumes, arrogância no ano que entra.
Desejo apenas: respeito, sensatez, amor, dinheiro. E que ainda o cara lá de cima nos dê oportunidades infinitas para elevar a felicidade.
Ótimo 2010.

domingo, 27 de dezembro de 2009

liber.dade

As coisas andam fluindo - tudo está muito melhor do que imaginei - talvez eu não tenha tanta razão de quando achava que alguém seria tudo aquilo que estava faltando em mim e para mim.
Desejo imensamente voar. Sentir o friozinho na barriga como se fosse a última oportunidade para observar alguém, sentir os pés longe de tudo e de todos, sentir a cabeça sem nenhum tipo de pensamento. Ah, como eu queria poder voar!
Preciso de mais liberdade.
Quero ausentar de mim.
Quero esquecer de mim.
Quero não estar mais em mim.
Quero a liberdade.
Apenas liberdade.

ressaca

Bom-dia!

Acordei com uma ressaca deliciosa; aquela em que se desperta aos poucos com um sorriso bem malandrinho e desejando que o dia que acabou de começar seja ao menos um pouco parecido com o dia anterior.
É, é bom ter amigos para saber que se divertir não é preciso de muito.
O apego nas coisas mais simples nos deixa muito mais confortável; fica mais fácil de se observar a felicidade em momentos inocentes; mais fácil de se divertir com as parvoíces que a vida nos dá; e certamente nos fortalece para as coisas que nos usurpam sorrateiramente.
A rotina das cervejas foi estabelecida; já me acostumei - fácil, fácil - com os 'butecos' de cada esquina e de cada dia.
Por gentileza, não estrague minha próxima ressaca.
Não me procure, não me ligue.. quero estar só, apenas só.
Quero poder curtir minha ressaca. Minha ressaca.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Confusão

Ser óbvio já não é tão bom.
As coisas imprevisíveis tem o sabor mais gostoso, a cor mais bonita, o calor mais aconchegante.. mais vivas!
Não vejo graça em ser previsível, por isso, não tente entender - eu já não me entendo há muito tempo.
A confiança já não é parceira constante; desconfiar me deixa muito mais sensata.
Não me espelho em passados, em expectativas feitas ou promessas instáveis.
Admiro a timidez - até certo ponto - considero-a vaidade da personalidade.
Adoro ser confusa, é muito bom poder pensar em diversas coisas ao mesmo tempo, a monotonia em permanecer em um só pensamento me irrita.
Adoro as verdades ditas. As mentiras desmentidas. As risadas mais espontaneas. Os beijos mais sinceros. Os abraçados mais gostosos.
Sou provida de confusão mas me abstenho de enrolações insignificantes.

domingo, 20 de dezembro de 2009

diversos caminhos.

Levei um tempo para perceber (reconhecer) que somos sim a força da nossa alma. Os nossos desejos mais íntimos são os primeiros degraus a serem estabelecidos para se alcançar a realização dos sonhos.
Comecei a fazer de tudo para ficar bem comigo mesma; é ótimo sentir um agrado manso e mais sincero.
Sim, é certo que nos é oferecido diversos caminhos - mesmo que não tenha certeza qual será o rumo percorrido ou o resultado obtido - porém, bem aventurado aqueles que creem na veracidade da intuição - as coisas misteriosas são bem mais prazerosas. E muito mais bem aventurado aqueles que não se importam de percorrer caminhos árduos para fortalecer a sabedoria e a doçura da alma.
Sinta, reflita.. Faça tudo diferente! Tenha um pensamento mais livre que o céu. O céu já não é mais o limite..
Agarre tudo que lhe for dado e construa a sua própria felicidade. Quando se arrisca em prol das melhores coisas, já não fica tão complicado descobrir e vivenciar a felicidade.
Ela se torna vício.
Um ótimo vício.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Outra noite que se vai.

Era domingo ardente e fatigante.
Coloquei o rosto sob a cama gélida e delicadamente verde.
Os olhos já estavam brilhando.
Os pensamentos 'borbulhavam' a cabeça e tudo que há uma ou duas semanas atrás não tinham muito sentido passava a não fazer sentido.
Já não havia expectativa, já não havia força para abrir mão - por mais que fosse aberta inúmeras vezes -, já não era a delicia que há mais de dois anos preenchiam a alma de uma força avassaladora que acabava arrancando uma bochecha levemente rosada; a respiração já não era tão fatigante em consequencia da ansiosa espera.
Não era mais intenso. Nem apaixonado.
A busca incessante pelo avivamento da permanência de alguém estava se esgotando.
As palavras não ditas, os sentimento não revelados, a confissão não feita; o beijo mal dado; a arrogância em ascensão.
A atitude mal pensada.
A busca se encerrou e não sobrou nada. Tudo se foi.
As noites passaram a invejar a agonia da tarde do domingo ardente e fatigante.

O 'para sempre' se perdeu em mais um desconhecido 'para sempre' de uma bela noite arrogante.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Na janela.

Sem explicação e sem sentido, me sentei junto a janela da sala vazia e fria do andar de baixo - piso de granito era mais frio do que se esperava.
Fiquei olhando lá fora, a cidade que é tão conhecida pelo calor imenso estava diferente.
O cenário em meus olhos, me traziam a lembrança de uns 4 anos atrás onde Curitiba me fazia timida cada dia mais. Nada parecia ser igual, era tudo estranhamente interessante.
Permaneci com os olhos atentos por um tempo maior que o normal para se apreciar as notáveis mudanças.
Chovia forte. As folhas das árvores pareciam estar sendo castigadas; a grama - não tão verde agora pela mudança do céu - se deliciava com o vento que forçavam uma dança bem engraçadinha.
Chovia muito forte de formas intercaladas - como é de costume em tal estação. O que me irritava! Já estava adorando vigiar os pingos que caiam sem direção; era como cuidar da batida das asas do beijaflor na manhã de domingo.
O cheiro que estava intenso me fazia sentir saudade da infância, que era admirada da mesma forma lá da mesma piscina que hoje não é tão azul quanto antes.
O cheiro de chuva ainda me lembrava o Cocco Chanel Mademoiselle que se misturava deliciosamente na pele fresca há algum tempo.
Tudo mudou. Até a forma de se observar a chuva lá fora é diferente; antes a falta de paciência me deixava cega para muitas coisas boas que nos oferecem.
Ontem eu via a chuva.
Hoje eu vi o pôr-do-sol.
Ontem eu estava sentada na sala fria do andar de baixo.
Hoje já estou em pé na janela do quarto aconchegante.
A janela também está diferente ...

O tempo possui uma ternura bem característica de transformar tudo.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Não.

Joguei a toalha.
Já não há o que fazer, falar ou sentir.
Que não haja esperanças;
Que não haja trégua;
Que não haja lembranças;
Que não haja confiança e expectativa em um passado nebuloso;
Que não haja esperança em um futuro promitente.
Que não haja nada.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Me deixe ir.

A solidão já se tornou aliada e ao anoitecer é sempre recepcionada com um grandioso prazer.
A transformação é inevitável e o crescimento consequência. Agora já não é tão ruim estar só.
Ela me permite pensar em ser como eu realmente sou; o diálogo passou a ser diário.
É, eu me viro muito bem com a solidão.
Mas confesso que é muito melhor a ansiedade do retorno de uma nova vida.
Nova para deixar eu ser como eu sou; mostrar como estou e demonstrar que a liberdade que possuo é deliciosa.
Que as palavras não sejam passageiras; que as atitudes sejam pensadas e os amores renovados.
Que as supresas passem a ser corriqueiras e grandiosas.
Me deixe.
Não há porque estar aqui;
Há muito tempo você já não estava aqui.
Não há porque estar aqui;
Me deixe ir.

Não mais.

Não vou me deixar abalar.
É meu amigo, já foi criado há certo tempo o melhor escudo para se enfrentar qualquer problema; o amor próprio.
Não são as lágrimas, os risos forçados e as cenas encenadas que irão abalar minha alma. Para se chegar lá, é preciso muito, ou melhor, é preciso de quase tudo.
Agora as amizades foram restabelecidas, o autoconhecimento mais intenso e a malandragem mais aguçada.
O vento que há tempos eram tempestades, hoje já não passam de um bom massageador para os meus cabelos, que acabam arrancando um sorriso maroto sem querer.
O caminho foi escolhido, se foi certo ou não, ou o mais reto ou não; eu não sei e também não me importo! Se preciso for, estarei sempre disposta a andar mais, correr mais, gritar mais, extravasar mais até pegar no sono e me esquecer de tudo.
Não me abalo com as coisas imensas, intensas, insignificantes, isanas, cruéis, fascinantes, até mesmo misteriosas.
Já caminhei tanto que não me abalo mais.
Não mais.

sábado, 12 de dezembro de 2009

me deixa fazer a diferença.

Ser diferente é esplêndido!
Pensar, agir, tocar, ser.. cada dia de um jeito e cada instante com uma intensidade, é inexplicável.
Oscilar como o vento sob a água é como uma luz sob a escuridão; sempre faz a diferença.
Me apego nas coisas divertidas e simples; as coisas complexas nos torna mais difícil de se encontrar a alma.
Faço tudo do meu jeito, e isso me faz crescer cada dia mais.
O sentimentalismo barato não faz meu tipo.
Não deixo me levar.
Prezo por tudo aquilo que não me enjooa com falicidade; ser diferente é ótimo!
Espero por diferenças, mesmo que sejam aos poucos; afinal a expectativa sempre deixam as coisas mais deliciosas.
O marasmo se foi. Agora eu quero tudo diferente; tudinho! Mesmo que não haja mais graça e não faça tanto sentido.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

.

Tenho tudo que quero e tudo que preciso.
Sou exigente quando se trata de de inteligência mas tranquila quando se trata de bebida.
Faço manhas, jogo charminho, não me dou bem com sermões mas sou revestida de princípios, me recuso a seguir expectativas, sou moderninha em algumas coisas e antiquada em outras, acho uma delícia paquerar, prezo os bons e poucos amigos, me rendo aos companheiras, vicio em uma boa conversa e um bom bom beijo na boca, me divirto com as bobagens mas respeito as confissões.
Tenho tudo que tenho e tudo que preciso.
Não quero nada além do que um sorriso no rosto e uma malandragem de leve na alma.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

corda-bamba

Escrever é irresistívelmente incrível; é uma das formas atraentes de demonstrar o oceano de sentimento em torno do cotidiano.
É dessa forma que encontrei, para relevar as impertinências que a vida nos traz e detalhar as coisas simples que passam a ser magníficas.
Até a chuva mudou de som, passou de som ligeralmente monótono para incrívelmente doce.
A falta foi preenchida por mim mesm, e já não é tão chato rir de si.
Sim, eu precisava de espaço, e foi apenas isso que pedia; nada mais e nada menos, apenas espaço. Em um dia você tem o mundo inteiro de alguém mas ao piscar os olhos todo esse mundo pode se perder. Mas é aí que se pode observar o que o tempo pode nos fazer: transforma o abismo da alma em uma simples corda - bamba - que se nem ao cair dela, terás dor.
E eu já não sinto dor.

passará.

Tudo na vida passa. Tudo mesmo!
Desde a música preferida, a cor predileta, o cheiro delicioso e o gosto gostoso.
Nada do que foi, voltará a ser como era antes.
Nem o primeiro amor; nem o maior amor.
As coisas passam, sem explicação ou sentido; elas simplesmente passam.
Almejo flores mais coloridas, odores mais doces e sabores mais saborosos. Almejo vida abundante!
Não quero retroceder.
Anseio por dias melhores e divertidos.
Anseio por um gole de tequila e beijo na boca. Não quero nada que me lembre o passado.
Ao contrário do que se pensa, eu me viro MUITO bem com a solidão e me dou melhor ainda com o imprevisível.
Um dia sou tudo, um dia sou nada.
Um dia serei, um dia deixarei de ser.
Mas tenho certeza que um dia; tudo passará.
Tudo passará com graça e ternura. Como o vento aconchegante que beija o rosto ao sol e faz assanhar as borboletas em meu estomago.
Sim, é certo que tudo passará.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

caminho perdido.

Hoje não me sinto mais perdida.
A fraqueza foi se reestabelecendo aos poucos até que hoje me sinto mais viva.
Me resgatei de mim.
Fiz o que o coração mandava e adivinha? A liberdade de escolher quem eu quero ser voltou (me adaptei com uma agilidade admirável). Não quero mais me preocupar com a água transbordando na jarra; da altura vista em cima do precicípio; com a noite mal dormida. Quero poder ser eu mesma.
Melhorar quem eu era antes de me perder.
Me resgatei, me encontrei.
Não tenho mais medo do futuro e nem do que ele planeja para mim. Quero viver um dia de cada vez . Quero me encontrar em um amor; em um abraço macio ou um lábio viciante.
Não tenho mais medo. Quero viver sem pressa, sem angústia. Quero apreciar um dia de cada vez e fazer valer a pena.

o novo.

É verdade.
Não há dúvida que todos temos um apego fenomenal pelo 'velho'; mas não observamos que o anseio pelo 'novo' nos faz muito mais gente do que antes.

Talvez seja o medo de arriscar. O medo de perder algo que consideramos essencial, mas ao passar de toda tempestade, fica óbvio na realidade precisamos de tudo novo.
Tudo novilho em folha.
É como se fosse beijar pela primeira vez; como se fosse deliciar um um sorteve de uva com banana pela primeira vez; como se fosse o primeiro copo de whisky; ou até o primeiro namorado.
Tudo novo é uma delicia; por mais que não dê certo.
Afinal, o certo nem sempre nos deixa feliz e a felicidade nem sempre estão nas coisas certas.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

(re)começar.

Ola! Seja bem-vinda melancolia.
Vamos?
Começar do zero é fundamental.
Sentir que houve várias mudanças mas que a essência que nos faz engrandecer ainda existe.
É bom ter a sensação de ter viajado anos mas que enfim está em casa.
E ter saudade. Uma saudade avassaladora de tudo. Da ansiedade do primeiro encontro; dos cabelos bagunçados; dos risos engraçados; e das tequilas deliciosas que fazem tudo (re)começar da melhor forma. Saudade da felicidiade; a feliciade é viciante.
Quero uma estrela para por em meus olhos; e ao fechá-los quero me enxer da esperança para dar novo vigor à vida.
Sonhe! Sonhe o que quiser e o quanto quiser; mas não esqueça de colocar os pés ao chão; para embelezar a doce realidade, pois é ela quem realmente nos faz crescer.
Não vejo a hora de voltar a crescer; Já morro de saudade.
Vamos? Vamos (re)começar?